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 Água Grande CAMARA DISTRITAL LOBATA

DISTRITO DE ÁGUA GRANDE

CIDADE DE SÃO TOMÉ

A capital do país é, de longe, a maior urbe de todo o território. Mas não se pense que se trata de um grande aglomerado habitacional – é mais uma espécie de mega-aldeia, em que os dias escorrem tranquilamente e onde os vestígios do passado colonial ainda estão bem presentes.

Devido à irregularidade orográfica das ilhas e, por vezes, à falta de qualidade da rede rodoviária, a maneira mais fácil de visitar a ilha de São Tomé é de jipe, que pode alugar-se num dos estabe-lecimentos de rent-a-car existentes ou no hotel de hospedagem. No interior da cidade de São Tomé, que é plana, recomenda-se a descoberta a pé ou recorrendo a bicicletas alugadas. Sugere-se que utilize um cadeado para bloquear a roda traseira sempre que se afaste do lugar onde deixe o veículo. Convém discutir o preço do aluguer.

Também é possível usar táxi, veículos automóveis de cor amarela estacionados principalmente na praça junto ao Mercado Municipal, ou então moto-táxis. É comum partilhar táxis entre vários passageiros. Recomenda-se que seja negociada e estabelecida a tarifa sempre que o objectivo seja viajar para fora da cidade de São Tomé.

UM PASSEIO POR MUNDOS MÁGICOS PERDIDOS NO TEMPO

Ainda há lugares onde o tempo se esqueceu de passar, conservando rituais da natureza em lugares de encanto onde se confundem os dias da globalização com os primórdios do planeta.

O mês de Dezembro de cada ano; são os sons de uma extravagante banda sonora, que partitura alguma registou, escutada no meio da floresta virgem, o reino de Obô, no centro da ilha, baleias bebés, as brincadeiras dos gol-finhos nas águas entre São Tomé e o Ilhéu das Rolas; é a mistura hipnótica de verdes e azuis de águas e vegetações intocadas no meio das quais o homem, durante momentos que desejaria eternos, se esquece de que tudo o mais existe.

PARA VISITAR

O seu passeio à descoberta de São Tomé pode começar pela capital, a cidade de São Tomé, porta de entrada e de saída e também o polo de atração da maior parte da população da ilha, quase um terço – 55 mil – dos pouco mais de 180 mil habitantes de todo o país, incluindo os cerca de seis mil da Ilha do Príncipe.

Ilhéu das Cabras

Se os banhos de mar em cenários paradisíacos são uma das suas perdições prepara-se para o embaraço da escolha enquanto visitar São Tomé e Prínci-pe. Aqui fica mais uma dica para lhe criar dificuldades na procura, tão vasta e deliciosa ela é: o ilhéu das Cabras. Situa-se perto da cidade de São Tomé, aliás avista-se desta, e pode recorrer à embarcação de um pescador ou aos serviços de uma agência especializada para fazer a deslocação, que é breve. O ilhéu das Cabras pode não ser mais do que um ancoradouro para pescadores ou um lugar que antigamente forneceu pedra para obras na capital. Mas é de certeza um lugar para banhos inolvidáveis e tendo a cidade de São Tomé ao alcance dos olhos.

Flores únicas

Atraente é o cenário que caracteriza o interior das ilhas de São Tomé e do Príncipe, particularmente nas regiões de altitude entre 200 e 1000 metros, onde se podem observar variadíssimas espécies de flores que crescem de forma espontânea graças ao clima chuvoso e às temperaturas mais baixas. Muitas das flores aqui observadas, tais como as orquídeas e a rosa de porcelana, são recordações de eleição para muitos visitantes. Por tudo isto é fundamental uma visita ao Jardim Botânico do Bom Sucesso, uma concentração rara de variedades de flora que atrai botânicos de todo o mundo.

A linha do Equador

A linha do Equador é uma das atra-ções de São Tomé e Príncipe. Foi o almirante, cientista e navegador aéreo português Gago Coutinho quem fez o trabalho de demarcação da linha do Equador, que passa exactamente pelo ilhéu das Rolas. Muitos são os visitantes do ilhéu, incluindo os que ali se deslocam expressamente para o efeito, que não perdem o momento simbólico em que podem estar simultaneamente nos Hemisfério Norte e Sul do planeta Terra ou que aproveitam a circunstância para trocar de hemisfério com mais facilidade ainda do que beber um copo de água.

A Reserva Natural Obô

A Reserva Natural Obô foi criada em 2006 com o objectivo de proteger a riquíssima biodiversidade existente no Arquipélago de São Tomé e Príncipe. Ocupa uma área de 295 quilómetros quadrados compreendendo as duas ilhas principais. O Parque Natural Obô é um santuário de fauna e flora onde podem ser observadas muitas espécies raras, algumas das quais em vias de extinção. O elevado endemismo que se verifica na floresta são-tomense e a sua importância levou a que no ano de 1988 a comunidade científica internaci-onal classificasse esta floresta como a segunda mais importante para a conservação da biodiversidade entre 75 florestas africanas.

Localiza-se no interior de São Tomé e do Príncipe e caracteriza-se por ser uma floresta de altitude com precipitações permanentes, o que torna algumas das suas extensões de difícil acesso. É um local ideal para o contacto com a biodiversidade existente nas ilhas. O período mais favorável para visitas é durante a estação seca – no fim de Dezembro e Janeiro e de Junho a Setembro.

SEGUINDO PARA NORTE…

Faça-se o visitante à estrada, não sem antes se precaver para o que se segue. Convém preparar as atividades consoante as preferências de cada um, sejam longos passeios a pé, mergulho ou observação de transparentes fundos atlânticos, contacto com o mundo das roças de cacau e café que projetou São Tomé, a descoberta de praias que julgaria impossíveis de existir, os encontros com paladares improváveis, delicados, as incursões pelos interiores de uma natureza prodigiosa, avassaladora, inebriante.

PANTUFO
Uma pequena localidade à beira-mar que vive essencialmente da pesca.



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